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1Nerd4Tech

Um blog dedicado ao mundo da tecnologia: novidades, reviews e dicas

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Um blog dedicado ao mundo da tecnologia: novidades, reviews e dicas

Px8 S2: quando a Bowers & Wilkins se junta à McLaren

1Nerd4Tech, 28.11.25

A Bowers & Wilkins criou uma edição especial dos auscultadores Px8 S2 denominada McLaren Edition. Como o nome deixa claro, possui um design inspirado na fabricante automóvel e serve para celebrar uma década de colaboração entre as duas marcas.

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Assim, a nível de design, destaque para o tom Papaya, característico da McLaren, e ao Speedmark na alça e nos auscultadores. Numa nota premium, destaque ainda para o contorno brilhante com corte em diamante de cada placa elíptica, juntamente com as almofadas de espuma viscoelástica e a diadema com acabamento em pele Nappa.

B&W - Px8 S2 McLaren Edition - Beauty 1 - 9x16.jpg

No campo técnico, os Px8 S2 McLaren Edition contam com transdutores Carbon Cone de 40 mm, tecnologias aptX Adaptive 24/96 e aptX Lossless da Qualcomm, a par de um DSP desenvolvido pela Bowers & Wilkins, capaz de fornecer um som de alta resolução de 24 bits / 96 kHz.

Um equalizador de cinco bandas permite ajustar o som ao gosto de cada utilizador e a autonomia anunciada é de 30 horas.

Estes auscultadores sem fios já estão disponíveis no site da Bowers & Wilkins e em revendedores selecionados, sendo que o preço recomendado é de 829€.

Descontos que valem a pena na Black Friday: Motorola

1Nerd4Tech, 27.11.25

Até 30 de Novembro, a Motorola oferece descontos consideráveis em três smartphones:

  • Edge 60 (8 GB / 512 GB) – por 249,99€

Design curvo, ecrã pOLED validado pela Pantone e câmara de 50 MP com estabilização ótica. (Preço original: 429,00€)

IMG 1 - Motorola Edge 60.jpg

  • Moto g56 5G (8 GB / 512 GB) – por 199,99€

Câmara de 50 MP e conectividade 5G. (Preço original: 299,99€)

IMG 2 - Motorola G56 5G.jpg

  • Moto g15 (8 GB / 256 GB) – por 119.99€

Ecrã FHD+ e câmara de 50 MP. (Preço original: 149,00€)

IMG 3 - Motorola G15.jpg

A campanha está disponível nas lojas Worten, Radio Popular, Auchan, FNAC e Darty.

Ghost of Yotei em análise: ‘Big in Japan’

1Nerd4Tech, 26.11.25

5 anos depois de Ghost of Tsushima, a Sucker Punch volta ao Japão para nos trazer Ghost of Yotei. Mas, atenção, não estamos perante uma sequela tradicional, pois apesar de muitos traços de jogabilidade se manterem, o enredo é diferente.

Ghost of Yotei decorre no século XVII, ou seja, cerca de 300 anos depois da história protagonizada por Jin Sakai. Neste novo título assumimos o papel de Atsu, uma mercenária solitária que é atormentada pelos eventos que decorreram 16 anos antes e em que a sua família foi dizimada pelo grupo ‘Os 6 de Yotei’. Como é fácil de adivinhar, a nossa heroína está com sede de vingança.

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Com áudio disponível em português, inglês e japonês, Ghost of Yotei impressiona desde o início pela cinematografia quando andamos a explorar o Japão rural. É até possível escolher diferentes filtros para uma experiência ainda mais parecida com a Sétima Arte, como um modo a preto e branco que é inspirado nos filmes de Akira Kurosawa.

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Mas a cinematografia vai mais além, nota-se na composição das cenas, na iluminação, nos enquadramentos… Um pouco como já tínhamos visto em Ghost of Tsushima, é certo, mas agora de forma mais refinada. Este é, aliás, um traço transversal a Ghost of Yotei quando o comparamos com o antecessor: pegou nos melhores traços do jogo anterior e tentou elevá-los; ouviu as críticas e tentou minimizar os pontos fracos.

Vamos a exemplos. O maior problema do título original de 2020 é que acabava por se tornar demasiado repetitivo, com os mesmos tipos de missões a decorrerem em ambientes diferentes. Assim, Atsu tem agora à disposição missões secundárias mais variadas, pode contar com a ajuda de uma loba nos combates e tem mais armas ao dispor.

Enquanto Jin Sakai envergava sempre a sua espada e recorria a diferentes posturas contra inimigos de características específicas, Atsu conta com uma lança ou catana dupla, por exemplo. Armas de combate corpo-a-corpo que são desbloqueadas ao longo da narrativa e que se juntam a outras de longa distância, como arcos, e de arremesso, como kunai ou bombas.

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Depois há muito para explorar na evolução dos atributos da nossa mercenária, como novos golpes. Uma exploração que dependerá muito do estilo de jogo de cada um, já que neste título de ação na terceira pessoa tanto pode optar por uma abordagem com assassinatos mais discretos (a minha preferida, admito) como por uma abordagem mais ‘à bruta’.

De resto, para melhorar as capacidades de Atsu é fortemente recomendável explorar o vasto mapa para encontrar altares, termas e afins que dão direito a prémios. Contudo, confesso que fiquei desanimado por Yotei já não contar com a composição de haikus presente em Tsushima – agora foi substituído por pinturas no touchpad do comando. Ainda me recordo com carinho do meu haiku preferido composto por Jin Sakai: “Folhas sobre o meu pai / Aqui jaz, a alma foi / Agora estou só”.

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Há ainda a possibilidade de nos transformarmos em caçadores de prémios, perseguindo foras-da-lei e sendo recompensados financeiramente por isso, ou entrar em antros de jogo para tentar ganhar dinheiro ou amuletos extra. Algo particularmente relevante para quem gosta de depois investir em máscaras ou chapéus e na melhoria de armaduras e armas.

São muitas formas de obter recursos e inúmeras missões secundárias num mapa que se vai revelando à medida que vamos no encalço de cada um de ‘Os 6 de Yotei’. Ou seja, estão garantidas dezenas de horas de jogo para quem deseja embrenhar-se neste Japão rural.

 

Características:

Plataforma: PlayStation 5 * Estúdio: Sucker Punch * Preço: 79,99€

 

Quer isto dizer que é tudo ótimo? Não. Yotei não é tão repetitivo como Tsushima, mas a mecânica, apesar das diferentes nuances, é bastante semelhante. Se não apreciou o jogo anterior, este não o deverá cativar particularmente. O enredo também tem uns ‘twists’ que acabam por ser previsíveis. Alguns NPCs têm um aspeto demasiado genérico e similar entre si. E há alguns ‘glitches’ nas cutscenes em que as máscaras e chapéus da protagonista aparecem e desaparecem sem contexto.

Uma nota final para salientar que este exclusivo da PlayStation 5 volta a fazer bom uso das capacidades do DualSense. É que usamos o comando para realizar tarefas tão díspares como cozinhar, desenhar, tocar um instrumento ou começar uma fogueira tirando partido das características únicas do periférico da Sony.

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Cinematografia em alta e paisagens arrebatadoras num mundo aberto com muito para explorar

Liberdade e variedade no combate e na personalização de Atsu

Nada de particularmente novo para quem não ficou fã de Ghost of Tsushima

Alguns glitches em cutscenes que indicam falta de atenção aos pormenores

 

 

Nota (de 0 a 10)

8,5

Não é uma sequela de Ghost of Tsushima, mas pega nos pontos fortes do título anterior e eleva ainda mais a experiência de jogo. Muitas horas de jogo garantidas graças ao mapa extenso e às inúmeras missões secundárias

Descontos que valem a pena na Black Friday: Asus

1Nerd4Tech, 25.11.25

O fabricante de Taiwan destaca-se da concorrência por apresentar nesta Black Friday dois portáteis com um desconto de 300€ em relação ao preço habitual:

  • ASUS Vivobook S14 (M5406)

Com um processador AMD Ryzen AI 9 365 e ecrã Lumina OLED, disponível por 1199,99€ na Worten e FNAC.

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  • ASUS Vivobook S16 (M3607)

Com um processador AMD Ryzen AI 7 350 e ecrã OLED 16:10 FHD, disponível por 999,99€ na Chip7, Globaldata, Novo Atalho, PcComponentes, PCDiga e Switch Technology.

Descontos que valem a pena na Black Friday: PlayStation

1Nerd4Tech, 24.11.25

Até 4 de Dezembro, a campanha de Black Friday da PlayStation oferece um desconto de 150€ na edição digital da consola PlayStation 5 e de 100€ na versão com leitor de discos. Este é o principal destaque da iniciativa, mas há mais oportunidades para explorar tanto a nível de hardware como de software.

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Aqui está a lista na íntegra:

  • Edição Digital da PlayStation 5: Antes 499,99€ - Agora 349,99€.
  • PlayStation 5: Antes 549,99€ - Agora 449,99€.
  • PlayStation5 Pro: Antes 799,99€ - Agora 699,99€.
  • PlayStation Portal: Antes 219,99€ - Agora 199,99€.
  • Todos os modelos do comando sem fios DualSense: Desconto de 20 euros.
  • Auriculares sem fios Pulse Elite: Antes 149,99€ - Agora 129,99€.
  • Auscultadores sem fios Pulse Explore: Antes 219,99€ - Agora 189,99€.
  • Comando sem fios DualSense Edge: Antes 219,99€ - Agora 189,99€.
  • PlayStation VR2: Antes 449,99€ - Agora 349,99€.
  • Death Stranding 2: On The Beach: Antes 79,99€ - Agora por 59,99€.
  • Marvel's Spider-Man 2: Antes 79,99€ - Agora por 39,99€.
  • Astro Bot: Antes 69,99€ - Agora por 49,99€.
  • Uncharted: Coleção Legado dos Ladrões: Antes 49,99€ - Agora por 19,99€.
  • The Last of Us Parte II Remastered: Antes 49,99€ - Agora por 29,99€.
  • God of War: Ragnarök: Antes 79,99€ - Agora por 29,99€.
  • PlayStation Plus com descontos até 30% nas subscrições de 12 meses através da PlayStation Store

F5, um refresh para o fim de semana: o sample de Steve Ballmer

1Nerd4Tech, 21.11.25

Aqui fica uma sugestão de uma música com um toque ‘nerd’. Os aficionados de tecnologia menos jovens talvez se lembrem deste vídeo de Steve Ballmer numa conferência da Microsoft em que o sucessor de Bill Gates queria demonstrar o revigorado apoio da empresa aos programadores no seu estilo peculiar. Foi um vídeo viral antes de o conceito existir.

Pois bem, o artista francês Kognitif pegou no soundbyte e transformou-o numa sample para a música Strange Day. Consegue encontrá-la?

Google Pixel 10 Pro em análise: Tardou, mas não falhou

1Nerd4Tech, 19.11.25

2025 marca o décimo aniversário do desenvolvimento do Pixel, mas os portugueses tiveram de esperar até 2023 para poderem passar a ter acesso oficial às propostas da Google. A marca tardou a chegar ao mercado nacional, mas chegou com ganas. Afinal de contas, falamos da empresa responsável pelo Android, o sistema operativo usado pela esmagadora maioria dos fabricantes de smartphones (a Apple com o seu iOS joga num campeonato à parte). Que a Google começasse a fabricantes os seus próprios telemóveis pareceu sempre uma questão de tempo e de capacidade de gestão do ecossistema de parceiros (estar a vender o seu sistema operativo a nomes como Samsung ou Xiaomi e, ao mesmo tempo, lançar dispositivos concorrentes implica algum jogo de cintura).

Pessoalmente, estava muito curioso em testar o Pixel 10 Pro. A chegada oficial da Google ao mercado português coincidiu, mais ou menos, com a minha saída da área de reviews profissionais, e tinha tido apenas um contacto esporádico com as propostas Pixel (o meu smartphone ‘da empresa’ é um Pixel 8a). É quase como começar a testar uma marca do zero. E isso é aliciante.

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Há uma inegável aura de topo de gama no Pixel 10 Pro. É elegante e tem boa qualidade de construção. Apesar do peso e espessura acima da média, é confortável na mão, muito graças ao rebordo em metal com acabamento acetinado e à traseira em vidro polido. Está à venda nas cores preto, branco, cinzento e verde.

A nível de design, o ‘elefante na sala’ é o módulo de câmaras, que ocupa toda a largura do terminal. Por um lado, isto impede que o Pixel se ‘desequilibre’ quando o pousamos numa superfície plana, mas, por outro lado, a saliência é considerável e pouco estética. Uma questão que pode ser minimizada com uma capa, algo que a Google não disponibiliza na caixa (nem uma daquelas transparentes mais básicas).

Aliás, o carregador também não está incluído. Uma tendência que se tornou geral, bem sei, mas difícil de entender para um smartphone que implica o investimento de 1119€ (e é a versão mais barata). Por exemplo, o meu telefone pessoal tem 6 anos e o carregador é USB-A para USB-C, o que significa que nem serve para carregar o Pixel. Dar mais de mil euros por um telemóvel e depois ainda ter de gastar mais num carregador e numa capa de proteção acaba por ser penalizador.

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Dito isto, refira-se que o Pixel 10 Pro conta com Corning Gorilla Glass Victus 2 e certificação IP68 para uma maior resistência a quedas, riscos, derrames e poeira. E conta igualmente com a tecnologia magnética Pixelsnap. Isto significa que é possível encaixar carregadores, suportes ou outros acessórios compatíveis no Pixel 10.

 

Características (specs):

Ecrã LTPO OLED de 6,3” (1280x2856 a 495 ppp, 20:9) * Processador Google Tensor G5 * 16 GB de RAM * 128 GB de armazenamento * Bateria de 4870 mAh * Câmaras: grande angular de 50 MP; ultra grande angular de 48 MP; teleobjetiva de 5x de 48 MP; frontal de 42 MP * Wi-Fi 7, Bluetooth 6 * IP68 * Android 16 * 152,8x72x8,6 mm * 207 g * Preço: 1119€

 

O Pixel 10 Pro conta com um ecrã LTPO OLED de 6,3” – se apreciar painéis maiores, a Google disponibiliza a versão Pro XL, que tem 6,8”. Gostámos das cores vibrantes e da definição apurada (resolução de 2856x1280), acabando por ser uma boa opção para quem gosta de ver umas séries no smartphone (o rácio é de 20:9). A taxa de atualização pode chegar aos 120 Hz, o que garante fluidez, e o brilho máximo pode atingir os 3300 nits (até 2200 nits em HDR). Um brilho muito elevado, mas que não é milagroso. Por exemplo, num dia soalheiro, fomos tirar umas fotos sob forte exposição solar e era quase impercetível perceber o que estava a ser exibido no ecrã.

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Em termos de desempenho, temos um processador Tensor G5 e 16 GB de RAM como força motriz. Os benchmarks mostram que este não é o smartphone mais poderoso do mercado (os testes de single-core, por exemplo, colocam o Pixel 10 Pro no mesmo patamar do Samsung Galaxy S24 Ultra que incorpora um chip Snapdragon 8 Gen 3 da Qualcomm e que foi lançado no início de 2024). Mas, na prática, não sentimos quaisquer problemas durante os testes. Rapidez na navegação e na alternância de apps, mesmo com várias abertas em simultâneo, fluidez no scroll – claramente, os topos de gama têm uma performance que satisfaz plenamente a esmagadora maioria dos utilizadores. Todavia, a traseira aqueceu um pouco quando puxámos muito pelo grau de exigência das tarefas.

 

Benchmarks:

Geekbench 6: CPU single-core – 2045; CPU multi-core – 4501; GPU – 3094 * PCMark 3.0: 15952 * 3DMark: Wild Life Extreme – 3177

 

A versão que recebi para teste foi a de 128 GB de armazenamento. A mais modesta, portanto. Mas, ainda assim, mais do que suficiente para quem tem muitas apps instaladas por motivos profissionais e que gosta de guardar vários anos de fotografias no dispositivo. E, claro, a menor capacidade de armazenamento também significa um preço mais simpático.

A bateria de 4870 mAh teve um bom comportamento. A capacidade não é grande – fica até abaixo da barreira psicológica dos 5000 mAh numa altura em que a Oppo até lançou um topo de gama com 7500 mAh –, mas já se sabe que a rentabilização do sistema operativo faz muita diferença a nível de eficiência energética. Portanto, conseguirá um mínimo de um dia de utilização sem ter de ligar o Pixel à corrente (e voltamos a frisar que o carregador tem de ser comprado à parte e estamos limitados a uns 'lentos' 30 W). A nível de carregamento sem fios Pixelsnap, há certificação Qi2 para se poder chegar até aos 15 W.

E como aludimos ao sistema operativo, há que aplaudir a garantia dada pela Google de acesso a atualizações e novas funcionalidades durante 7 anos. De resto, no campo do software, destaque-se a presença da funcionalidade de deteção de acidentes de carro e alertas de crise, sem esquecer, como não podia deixar de ser, a forte integração com Gemini para tentar rentabilizar a componente de Inteligência Artificial. O Pixel 10 até inclui uma subscrição de um ano do plano Google AI Pro (que oferece acesso, por exemplo, a Gemini no Gmail e Documentos ou a Veo 3 Fast para criar vídeos).

Merece igualmente destaque a estreia da interface gráfica Material 3 Expressive, embora ache que a maioria das pessoas não vai sentir grande diferença na experiência de utilização, já que as principais novidades se prendem com umas animações mais dinâmicas e fluídas.

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Concentremos agora as atenções naquilo que mais gostámos no Pixel 10 Pro: a fotografia. Cores vivas, bons contrastes, pormenores captados com rigor, um zoom potente e eficaz, um modo noite surpreendente e selfies com detalhe. Como é que a Google chega lá? Com uma equipa composta por um quarteto de câmaras:

  • Grande-angular Octa PD de 50 MP, abertura de ƒ/1.68, campo de visão de 82°, sensor de imagem de 1/1,3"
  • Ultra grande-angular Quad PD de 48 MP com focagem automática, abertura de ƒ/1,7, campo de visão de 123°, sensor de imagem de 1/2,55"
  • Teleobjetiva Quad PD de 48 MP com estabilização ótica de imagem, abertura de ƒ/2,8, campo de visão de 22°, zoom ótico de 5x, sensor de imagem de 1/2,55"
  • Frontal Dual PD de 42 MP com focagem automática, abertura de ƒ/2,2, campo de visão Ultrawide de 103°

Aproveitámos um dia bonito para uma sessão fotográfica no pontão da Marginal de Oeiras e gostámos particularmente da cor do céu e das nuvens detalhadas nas imagens que captámos.

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Destacamos também o zoom digital. Deixamos abaixo uma foto do Farol do Bugio com 1x e, de seguida, outra tirada no mesmo sítio com zoom de 100x, deixando o chip Tensor G5 trabalhar com um modelo de imagens generativas novo para refinar detalhes mais complexos.

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Por fim, o modo Noite, em que, por exemplo, num quarto às escuras, com a única fonte de luz a vir do corredor, consegui esta foto da ‘sidekick’ Lucky.

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Fotografar com o Pixel 10 Pro acabou por ser, acima de tudo, uma experiência divertida. Até mesmo para os iniciantes (como eu, no fundo), pois é disponibilizado um modo Assistente, que oferece sugestões para melhorar as fotografias. Quer exemplos? Como escolher um enquadramento e uma composição diferentes para cada imagem. E também há o Melhor Take Automático, que pode ser ativado quando o smartphone deteta que está a tirar uma foto de grupo. Aí são analisadas até 150 fotogramas em apenas alguns segundos, procurando o momento em que cada pessoa está com o aspeto mais adequado.

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Em suma, não será o melhor smartphone da atualidade, mas o Pixel 10 Pro apresenta argumentos pungentes para combater de igual para igual na arena dos topos de gama. A Google não aparece ainda no top 5 das marcas com maiores quotas de mercado e nos Estados Unidos não passa dos 3%, mas a qualidade está lá. Será mais uma questão de tempo?

 

 

up, up, down, down, left, right, left, right, b, a, select, start

Toque premium na mão e boa qualidade de construção

Fotografia de excelência com cores vibrantes e uns brilharetes no modo noturno e no zoom

Módulo traseiro das câmaras sai demasiado do chassis

Carregador e capa deviam ser obrigatórios em smartphones desta gama de preço

 

 

Nota (0 a 10)

8

Um topo de gama versátil e recheado de atributos. Pode não ser o melhor do mercado, mas também não custa tanto como outros concorrentes

A nova aventura de Jeff Bezos: co-CEO de uma start-up

1Nerd4Tech, 18.11.25

Depois de abandonar o cargo de CEO da Amazon em 2021, Jeff Bezos parece prestes a assumir um novo cargo de liderança: co-CEO da Project Prometheus. Esta é uma start-up que já angariou 6,2 mil milhões de dólares em investimento e que, apesar de ainda se saber pouco sobre projetos concretos, irá operar na área da Inteligência Artificial e respetiva relação com indústrias como computação, automóvel e aeroespacial.

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Assim, além de financiar parte do negócio, Jeff Bezos também assumirá um papel preponderante na gestão da empresa, que será dividida com Vik Bajaj. Este co-fundador é um físico que já trabalhou na Google X (a divisão da tecnológica dedicada a projetos experimentais) e na Verily, uma companhia ligada à área da saúde e com ligações à Alphabet.

O Project Prometheus já terá perto de 100 funcionários, entre os quais diversos antigos colaboradores da OpenAI, DeepMind e Meta, revela o The Verge.

Hackers usam Claude, o modelo de IA da Anthropic, para automatizar ataques

1Nerd4Tech, 17.11.25

A confirmação chegou da própria Anthropic: hackers patrocinados pelo estado chinês recorreram ao Claude, o modelo de Inteligência Artificial da empresa, para automatizar cerca de 30 ataques a entidades governamentais e empresariais no mês de Setembro.

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Segundo conta um responsável da Anthropic ao Wall Street Journal, a IA foi utilizada para automatizar entre 80 e 90% dos ataques. O humano só esteve envolvido em alguns pontos críticos, dando comandos como “Sim, continua” ou “Isso não parece correto, Claude, tens a certeza?”.

A Anthropic mostrou-se convicta do envolvimento do governo chinês na atividade e adianta que os hackers conseguiram roubar dados sensíveis a quatro vítimas, embora não revele os nomes das entidades afetadas.

Play Store declara guerra às apps que consomem demasiada bateria

1Nerd4Tech, 14.11.25

A Google disponibilizou uma nova métrica para que os programadores consigam perceber se a aplicação que estão a desenvolver consome demasiada bateria. Se os programadores infringirem as diretrizes da Google demasiadas vezes, irá ser colocado um aviso na Play Store para alertar os utilizadores, o que deverá implicar imediatamente uma redução no número de downloads.

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Esta nova métrica foca-se nas funcionalidades das apps que impedem que o smartphone entre no modo de poupança energética ao executar processos constantemente em segundo plano. Assim, tirando excepções como transferências de dados iniciadas pelo utilizador ou aplicações de reprodução de áudio, as apps não devem registar mais de duas horas cumulativas de processos em segundo plano num período de 24 horas.

A medida da Google entrará em vigor na Play Store a 1 de Março.

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