Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

1Nerd4Tech

Um blog dedicado ao mundo da tecnologia: novidades, reviews e dicas

1Nerd4Tech

Um blog dedicado ao mundo da tecnologia: novidades, reviews e dicas

2025: o que os portugueses mais pesquisaram no Google

1Nerd4Tech, 05.12.25

A Google divulgou os resultados de “O Ano em Pesquisa” relativo a 2025 e que serve como uma espécie de termómetro social e cultural que traça o mapa das preocupações, tendências e fascínios dos portugueses.

Portugueses.png

Conheça o top 10 de diferentes categorias.

  • Geral
  1. Mundial de Clubes
  2. Apagão
  3. Resultados Autárquicas
  4. Eleições Legislativas
  5. Papa Leão XIV
  6. Elevador da Glória
  7. Sismo
  8. Ciclone pós-tropical Gabrielle
  9. Aviso de evento costeiro
  10. Labubu

 

  • O que é...?
  1. O que é turbossexual?
  2. O que é uma flotilha?
  3. O que é bebe reborn?
  4. O que é pneumonia por aspiração?
  5. O que é moção de censura?
  6. O que é metanol?
  7. O que é misocinesia?
  8. O que é pubalgia?
  9. O que é mórmon?
  10. O que é moção de confiança?

 

  • Programas, séries e filmes
  1. Anora
  2. Big Brother
  3. Squid Game
  4. Ed Gein
  5. Secret Story
  6. Nosferatu
  7. Rabo de Peixe
  8. Big Brother Verão
  9. Adolescence
  10. Ainda Estou Aqui

 

  • Jogadores de Futebol
  1. Richard Ríos
  2. Luuk de Jong
  3. Bruma
  4. Sudakov
  5. Viktor Gyökeres
  6. Lukebakio
  7. Ricardo Mangas
  8. Rodrigo Mora
  9. Thiago Almada
  10. Alberto Costa

 

  • Como…?
  1. Como saber onde votar?
  2. Como funciona o Elevador da Glória?
  3. Como funciona IRS Jovem?
  4. Como funciona o OnlyFans?
  5. Como ver o Mundial de Clubes?
  6. Como tomar Griponal?
  7. Como transformar foto em Anime?
  8. Como ganhar dinheiro online?
  9. Como renovar a carta de condução online?
  10. Como obter comprovativo de morada no Portal das Finanças?

 

  • Como fazer…
  1. Como fazer print screen no pc?
  2. Como fazer a trend do anime?
  3. Como fazer morango do amor?
  4. Como fazer irs jovem 2025?
  5. Como fazer studio ghibli?
  6. Como fazer maionese caseira?
  7. Como fazer a trend do boneco?
  8. Como fazer chocolate do dubai?
  9. Como fazer strogonoff de frango?
  10. Como fazer arroz basmati?

Google Pixel Buds 2a em análise: Conforto extremo

1Nerd4Tech, 03.12.25

Inspirados no design dos Pixel Buds Pro 2, estes Buds 2a revelaram-se uma boa surpresa desde o momento em que peguei neles. A caixa tem uma dimensão reduzida e um formato oval, ou seja, é toda arredondada, sem arestas – confortável na mão e cabe em qualquer bolso sem dificuldades. A porta de carregamento por USB-C encontra-se na base e há apenas um botão na traseira para forçar o emparelhamento. De resto, apenas há a destacar uma pequena luz indicativa de carregamento. Portanto, o minimalismo impera.

Os Buds 2a estão disponíveis nas cores que a Google batizou de Íris e Avelã. Esmiuçando o marketing, a caixa é sempre branca e varia o tom da risca e do interior, que pode ser roxo ou preto. Recebi os Irís para teste (leia-se, os roxos) e gostei bastante da estética.

PixelBuds2a_Iris_BudsJumpingOutofCase.png

Mas admito que não estava preparado para a minha reação quando os coloquei nos ouvidos pela primeira vez. Costumo ser um bocado ‘picuinhas’ com os auriculares que têm um formato mais intrusivo – como aconteceu com os Sony WF-C710N –, daí o meu espanto quando dei conta o quão confortáveis são depois de rodar ligeiramente para um encaixe perfeito. Nem precisei de trocar as pontas de silicone. Costumo optar pelas mais pequenas possíveis, mas, desta vez, deixei estar as médias que vinham já colocadas (sendo que a Google coloca à disposição mais três tamanhos: grandes, pequenas e extra pequenas).

Aproveitei também para praticar desporto com eles, incluindo corridas na rua, e nunca houve o risco de os auriculares caírem dos ouvidos. E têm certificação IP54, o que garante resistência a suor e gotas de água.

A autonomia também não foi problema e a Google cumpriu com o anunciado: cerca de 7 horas com o cancelamento de ruído ativo, valor que pode ser estendido até às 20h quando se recorre à caixa de transporte. E 5 minutos de carregamento são suficientes para mais uma hora de audição.

 

Características

Driver de 11 mm * Processador Google Tensor A1 * Cancelamento ativo de ruído com Silent Seal 1.5 * IP54 (auriculares) e IPX4 (caixa) * Bluetooth 5.4, Bluetooth multiponto * Compatível com Android e iOS * 23,1x16x17,8 mm (auriculares) e 50x24,5x57,2 mm (caixa) * 4,7 g (cada auricular) e 47,6 g (caixa) * Preço: 149€

 

Depois de ter marcado pontos no campo da ergonomia, estava curioso para ver como os Buds 2a se comportariam a nível de desempenho. Refira-se que estes são os primeiros auriculares A-Series a oferecer Cancelamento Ativo de Ruído (também conhecido como ANC, de Active Noise Cancellation).

A ‘dar gás’ a estes Pixel está um driver de 11 mm e o processador Tensor A1. Depois de múltiplas horas de escuta de músicas, podcasts e séries, podemos dizer que os Buds 2a são, acima de tudo, versáteis. Por exemplo, tenho o hábito de ouvir podcasts enquanto faço compras no hipermercado e o barulho em redor era tão alto que não conseguia escutar convenientemente as vozes dos interlocutores com o modo Transparência ativo. Mas quando mudei para o modo Cancelamento de Ruído… Puff… Magia! Foco no podcast e eliminação conveniente do barulho circundante.

Pixelbuds2a_iris.width-1000.format.jpg

Como seria de esperar pelos 149€ de preço, estes não são auriculares com um áudio de arromba para os audiófilos. Não há o poder arrebatador dos graves que já vimos em outras propostas topo de gama. A Google dá acesso na app a um equalizador que permite ajustar 5 bandas: agudos altos, agudos, médios, graves e graves baixos. Contudo, não tive uma boa experiência com a funcionalidade, já que não consegui gravar perfis de som diferentes.

A nível de chamadas, tudo correu bem. Mesmo na rua, a voz do outro interlocutor é claramente percetível e a do emissor também chega em boas condições graças aos dois microfones em cada auricular.

Como os Buds 2a são pequenos, os controlos por toque podem ser desafiantes no início – quem nunca levou o dedo ao ouvido e falhou o auricular?... Mas, como se tornou habitual em praticamente todas as marcas, é possível aprender na app os gestos, ou seja, que ação correspondente a um toque, dois toques, toque prolongado, etc.

Screenshot_20251126_152039_com.google.android.apps

De resto, há uns mimos que se valorizam na utilização quotidiana: o Assistente de Voz ler as notificações, a música pausar automaticamente quando retiramos os auriculares dos ouvidos ou o Fast Pair em que o emparelhamento é feito num ápice e com uma intervenção diminuta, por exemplo.

E apreciei particularmente a funcionalidade Localizador, em que os auriculares vão emitindo um som num tom crescente para que consigamos encontrá-los. Sim, porque eu sou uma daquelas pessoas que já perdeu um auricular num voo…

PixelBuds2a_Iris_FrontFacingEarbudsAngle.jpg

 

up, up, down, down, left, right, left, right, b, a, select, start

Os auriculares mais confortáveis que já testei

Qualidade de som mais do que satisfatória para a esmagadora maioria dos utilizadores

Não deu para gravar perfis de som diferentes na app

Controlo por gestos não permite ajustar volume

 

 

Nota (de 0 a 10)

8,5

Uns auriculares que se destacam pelo conforto e pela versatilidade na qualidade de som. Uma proposta tentadora para o preço pedido.

Google Pixel 10 Pro em análise: Tardou, mas não falhou

1Nerd4Tech, 19.11.25

2025 marca o décimo aniversário do desenvolvimento do Pixel, mas os portugueses tiveram de esperar até 2023 para poderem passar a ter acesso oficial às propostas da Google. A marca tardou a chegar ao mercado nacional, mas chegou com ganas. Afinal de contas, falamos da empresa responsável pelo Android, o sistema operativo usado pela esmagadora maioria dos fabricantes de smartphones (a Apple com o seu iOS joga num campeonato à parte). Que a Google começasse a fabricantes os seus próprios telemóveis pareceu sempre uma questão de tempo e de capacidade de gestão do ecossistema de parceiros (estar a vender o seu sistema operativo a nomes como Samsung ou Xiaomi e, ao mesmo tempo, lançar dispositivos concorrentes implica algum jogo de cintura).

Pessoalmente, estava muito curioso em testar o Pixel 10 Pro. A chegada oficial da Google ao mercado português coincidiu, mais ou menos, com a minha saída da área de reviews profissionais, e tinha tido apenas um contacto esporádico com as propostas Pixel (o meu smartphone ‘da empresa’ é um Pixel 8a). É quase como começar a testar uma marca do zero. E isso é aliciante.

Lifestyle_P10P_Moonstone2.jpg

Há uma inegável aura de topo de gama no Pixel 10 Pro. É elegante e tem boa qualidade de construção. Apesar do peso e espessura acima da média, é confortável na mão, muito graças ao rebordo em metal com acabamento acetinado e à traseira em vidro polido. Está à venda nas cores preto, branco, cinzento e verde.

A nível de design, o ‘elefante na sala’ é o módulo de câmaras, que ocupa toda a largura do terminal. Por um lado, isto impede que o Pixel se ‘desequilibre’ quando o pousamos numa superfície plana, mas, por outro lado, a saliência é considerável e pouco estética. Uma questão que pode ser minimizada com uma capa, algo que a Google não disponibiliza na caixa (nem uma daquelas transparentes mais básicas).

Aliás, o carregador também não está incluído. Uma tendência que se tornou geral, bem sei, mas difícil de entender para um smartphone que implica o investimento de 1119€ (e é a versão mais barata). Por exemplo, o meu telefone pessoal tem 6 anos e o carregador é USB-A para USB-C, o que significa que nem serve para carregar o Pixel. Dar mais de mil euros por um telemóvel e depois ainda ter de gastar mais num carregador e numa capa de proteção acaba por ser penalizador.

Durability_P10P.png

Dito isto, refira-se que o Pixel 10 Pro conta com Corning Gorilla Glass Victus 2 e certificação IP68 para uma maior resistência a quedas, riscos, derrames e poeira. E conta igualmente com a tecnologia magnética Pixelsnap. Isto significa que é possível encaixar carregadores, suportes ou outros acessórios compatíveis no Pixel 10.

 

Características (specs):

Ecrã LTPO OLED de 6,3” (1280x2856 a 495 ppp, 20:9) * Processador Google Tensor G5 * 16 GB de RAM * 128 GB de armazenamento * Bateria de 4870 mAh * Câmaras: grande angular de 50 MP; ultra grande angular de 48 MP; teleobjetiva de 5x de 48 MP; frontal de 42 MP * Wi-Fi 7, Bluetooth 6 * IP68 * Android 16 * 152,8x72x8,6 mm * 207 g * Preço: 1119€

 

O Pixel 10 Pro conta com um ecrã LTPO OLED de 6,3” – se apreciar painéis maiores, a Google disponibiliza a versão Pro XL, que tem 6,8”. Gostámos das cores vibrantes e da definição apurada (resolução de 2856x1280), acabando por ser uma boa opção para quem gosta de ver umas séries no smartphone (o rácio é de 20:9). A taxa de atualização pode chegar aos 120 Hz, o que garante fluidez, e o brilho máximo pode atingir os 3300 nits (até 2200 nits em HDR). Um brilho muito elevado, mas que não é milagroso. Por exemplo, num dia soalheiro, fomos tirar umas fotos sob forte exposição solar e era quase impercetível perceber o que estava a ser exibido no ecrã.

P10P_T-Shot_Jade.jpg

Em termos de desempenho, temos um processador Tensor G5 e 16 GB de RAM como força motriz. Os benchmarks mostram que este não é o smartphone mais poderoso do mercado (os testes de single-core, por exemplo, colocam o Pixel 10 Pro no mesmo patamar do Samsung Galaxy S24 Ultra que incorpora um chip Snapdragon 8 Gen 3 da Qualcomm e que foi lançado no início de 2024). Mas, na prática, não sentimos quaisquer problemas durante os testes. Rapidez na navegação e na alternância de apps, mesmo com várias abertas em simultâneo, fluidez no scroll – claramente, os topos de gama têm uma performance que satisfaz plenamente a esmagadora maioria dos utilizadores. Todavia, a traseira aqueceu um pouco quando puxámos muito pelo grau de exigência das tarefas.

 

Benchmarks:

Geekbench 6: CPU single-core – 2045; CPU multi-core – 4501; GPU – 3094 * PCMark 3.0: 15952 * 3DMark: Wild Life Extreme – 3177

 

A versão que recebi para teste foi a de 128 GB de armazenamento. A mais modesta, portanto. Mas, ainda assim, mais do que suficiente para quem tem muitas apps instaladas por motivos profissionais e que gosta de guardar vários anos de fotografias no dispositivo. E, claro, a menor capacidade de armazenamento também significa um preço mais simpático.

A bateria de 4870 mAh teve um bom comportamento. A capacidade não é grande – fica até abaixo da barreira psicológica dos 5000 mAh numa altura em que a Oppo até lançou um topo de gama com 7500 mAh –, mas já se sabe que a rentabilização do sistema operativo faz muita diferença a nível de eficiência energética. Portanto, conseguirá um mínimo de um dia de utilização sem ter de ligar o Pixel à corrente (e voltamos a frisar que o carregador tem de ser comprado à parte e estamos limitados a uns 'lentos' 30 W). A nível de carregamento sem fios Pixelsnap, há certificação Qi2 para se poder chegar até aos 15 W.

E como aludimos ao sistema operativo, há que aplaudir a garantia dada pela Google de acesso a atualizações e novas funcionalidades durante 7 anos. De resto, no campo do software, destaque-se a presença da funcionalidade de deteção de acidentes de carro e alertas de crise, sem esquecer, como não podia deixar de ser, a forte integração com Gemini para tentar rentabilizar a componente de Inteligência Artificial. O Pixel 10 até inclui uma subscrição de um ano do plano Google AI Pro (que oferece acesso, por exemplo, a Gemini no Gmail e Documentos ou a Veo 3 Fast para criar vídeos).

Merece igualmente destaque a estreia da interface gráfica Material 3 Expressive, embora ache que a maioria das pessoas não vai sentir grande diferença na experiência de utilização, já que as principais novidades se prendem com umas animações mais dinâmicas e fluídas.

Lifestyle_P10P_Jade.jpg

Concentremos agora as atenções naquilo que mais gostámos no Pixel 10 Pro: a fotografia. Cores vivas, bons contrastes, pormenores captados com rigor, um zoom potente e eficaz, um modo noite surpreendente e selfies com detalhe. Como é que a Google chega lá? Com uma equipa composta por um quarteto de câmaras:

  • Grande-angular Octa PD de 50 MP, abertura de ƒ/1.68, campo de visão de 82°, sensor de imagem de 1/1,3"
  • Ultra grande-angular Quad PD de 48 MP com focagem automática, abertura de ƒ/1,7, campo de visão de 123°, sensor de imagem de 1/2,55"
  • Teleobjetiva Quad PD de 48 MP com estabilização ótica de imagem, abertura de ƒ/2,8, campo de visão de 22°, zoom ótico de 5x, sensor de imagem de 1/2,55"
  • Frontal Dual PD de 42 MP com focagem automática, abertura de ƒ/2,2, campo de visão Ultrawide de 103°

Aproveitámos um dia bonito para uma sessão fotográfica no pontão da Marginal de Oeiras e gostámos particularmente da cor do céu e das nuvens detalhadas nas imagens que captámos.

PXL_20251108_120313922.jpg

Destacamos também o zoom digital. Deixamos abaixo uma foto do Farol do Bugio com 1x e, de seguida, outra tirada no mesmo sítio com zoom de 100x, deixando o chip Tensor G5 trabalhar com um modelo de imagens generativas novo para refinar detalhes mais complexos.

PXL_20251108_120203639.jpg

PXL_20251108_120303131.BURST-01.jpg

Por fim, o modo Noite, em que, por exemplo, num quarto às escuras, com a única fonte de luz a vir do corredor, consegui esta foto da ‘sidekick’ Lucky.

PXL_20251101_234922086.NIGHT.jpg

Fotografar com o Pixel 10 Pro acabou por ser, acima de tudo, uma experiência divertida. Até mesmo para os iniciantes (como eu, no fundo), pois é disponibilizado um modo Assistente, que oferece sugestões para melhorar as fotografias. Quer exemplos? Como escolher um enquadramento e uma composição diferentes para cada imagem. E também há o Melhor Take Automático, que pode ser ativado quando o smartphone deteta que está a tirar uma foto de grupo. Aí são analisadas até 150 fotogramas em apenas alguns segundos, procurando o momento em que cada pessoa está com o aspeto mais adequado.

unnamed.jpg

Em suma, não será o melhor smartphone da atualidade, mas o Pixel 10 Pro apresenta argumentos pungentes para combater de igual para igual na arena dos topos de gama. A Google não aparece ainda no top 5 das marcas com maiores quotas de mercado e nos Estados Unidos não passa dos 3%, mas a qualidade está lá. Será mais uma questão de tempo?

 

 

up, up, down, down, left, right, left, right, b, a, select, start

Toque premium na mão e boa qualidade de construção

Fotografia de excelência com cores vibrantes e uns brilharetes no modo noturno e no zoom

Módulo traseiro das câmaras sai demasiado do chassis

Carregador e capa deviam ser obrigatórios em smartphones desta gama de preço

 

 

Nota (0 a 10)

8

Um topo de gama versátil e recheado de atributos. Pode não ser o melhor do mercado, mas também não custa tanto como outros concorrentes

Play Store declara guerra às apps que consomem demasiada bateria

1Nerd4Tech, 14.11.25

A Google disponibilizou uma nova métrica para que os programadores consigam perceber se a aplicação que estão a desenvolver consome demasiada bateria. Se os programadores infringirem as diretrizes da Google demasiadas vezes, irá ser colocado um aviso na Play Store para alertar os utilizadores, o que deverá implicar imediatamente uma redução no número de downloads.

Googe bateria.png

Esta nova métrica foca-se nas funcionalidades das apps que impedem que o smartphone entre no modo de poupança energética ao executar processos constantemente em segundo plano. Assim, tirando excepções como transferências de dados iniciadas pelo utilizador ou aplicações de reprodução de áudio, as apps não devem registar mais de duas horas cumulativas de processos em segundo plano num período de 24 horas.

A medida da Google entrará em vigor na Play Store a 1 de Março.

Google e o algoritmo quântico que bateu os supercomputadores

1Nerd4Tech, 23.10.25

Pela primeira vez, um computador quântico executou com sucesso um algoritmo verificável que ultrapassa as capacidades dos supercomputadores clássicos. A informação foi divulgada pela Google, revelando que o algoritmo Ecos Quânticos (Quantum Echoes) foi executado no chip quântico Willow, correndo 13000 vezes mais rápido do que o melhor algoritmo clássico nos supercomputadores mais rápidos do mundo.

GoogleQuantumAI_WillowChip_Closeup_01.jpg

Segundo afirma a Google, este avanço representa o culminar de décadas de pesquisa e 6 anos de progresso acelerado em hardware e algoritmos. A empresa acredita que, dentro de 5 anos, os computadores quânticos serão capazes de resolver problemas do mundo real que os supercomputadores clássicos não conseguem, em áreas que vão desde a descoberta de medicamentos e design de baterias até à energia de fusão.

Por exemplo, o algoritmo Ecos Quânticos consegue explicar as interações entre átomos numa molécula do mundo real usando ressonância magnética nuclear (RMN), o que permite criar uma "régua molecular" que pode medir distâncias maiores com mais precisão e determinar como potenciais medicamentos se ligam aos seus alvos.

Google traz Modo IA na Pesquisa para Portugal

1Nerd4Tech, 09.10.25

O Modo IA na Pesquisa Google começou a ser implementado em Portugal, como parte de uma expansão para 36 novos idiomas e quase 50 novos países. Esta ferramenta de pesquisa é impulsionada por uma versão personalizada dos modelos Gemini para Pesquisa e o objetivo é responder a questões complexas, multi-partes e exploratórias, algo que antes exigia várias pesquisas.

O exemplo dado pela própria empresa em comunicado de imprensa refere a comparação de métodos de fazer café com esta ‘prompt’: "Quero compreender os diferentes métodos de fazer café. Faz uma tabela a comparar as diferenças de sabor, facilidade de utilização e equipamento necessário. Qual o melhor grau de moagem para cada método?"

Google IA.webp

E como funciona este Modo IA? Com uma técnica de repartição da pesquisa, que divide a pergunta do utilizador em sub-tópicos e realiza múltiplas pesquisas em simultâneo. Além disso, a tecnologia é multimodal, ou seja, permite ao utilizadores fazer perguntas por texto, voz ou através da câmara (enviando uma imagem), tocando no ícone do microfone ou da câmara no separador ou na app.

Esta nova funcionalidade está a ser implementada de forma gradual no separador da Pesquisa e nas apps Google para Android e iOS. Se quiser conferir se já tem acesso a ela no seu dispositivo/conta, pode fazê-lo acedendo a este link.

Android e ChromeOS juntos nos PCs: Fuuuuusão!

1Nerd4Tech, 24.09.25

O palco era da Qualcomm, mas as novidades foram da Google. Durante o Snapdragon Summit, Cristiano Amon, CEO da Qualcomm, revelou que já viu em ação um novo software Android para PCs que se funde com o ChromeOS. E “mal posso esperar para ter um”, cita o The Verge.

Android ChromeOS.png

Rick Osterloh, responsável da Google para as áreas de plataformas e dispositivos, adiantou que o objetivo da empresa passa por trazer o Gemini e todas as capacidades de Inteligência Artificial do Android para o ecossistema dos computadores pessoais, juntando-lhes ainda as aplicações e a comunidade de programadores.